Região Metropolitana discute a criação de consórcio de Assistência Social - Jornal de Colombo

Região Metropolitana discute a criação de consórcio de Assistência Social

Região Metropolitana discute a criação de consórcio de Assistência Social

No dia 24 de fevereiro, representantes de quinze municípios da Região Metropolitana de Curitiba se reuniram no Centro de Formação dos Profissionais da Educação (Cenforpe) de Pinhais para a discussão da implantação de um consórcio de Assistência Social. Outros cinco municípios participaram do encontro de forma virtual. O município de Colombo foi representado pela coordenadora

No dia 24 de fevereiro, representantes de quinze municípios da Região Metropolitana de Curitiba se reuniram no Centro de Formação dos Profissionais da Educação (Cenforpe) de Pinhais para a discussão da implantação de um consórcio de Assistência Social. Outros cinco municípios participaram do encontro de forma virtual.

O município de Colombo foi representado pela coordenadora de Proteção Social Especial, Elaine Cristina Lima Scantamburlo e pela diretora de Proteção Social Especial, Nayara Lebid. De acordo com Elaine, o objetivo da criação do consórcio, que deve ser realizado em conjunto com o COMESP (Consórcio Metropolitano de Saúde do Paraná), é prestar serviços e desenvolver ações de interesse coletivo em toda a área da RMC. “A iniciativa também tem o objetivo de fortalecer o sistema público das políticas de assistência social, o enfrentamento às desigualdades socioterritoriais e a garantia da universalização dos direitos sociais. O que o nosso município não tem, através do consórcio utilizaria do município que tem. (A ação) se espelha no COMESP, que tem dado muito certo inclusive para o município de Colombo”, explicou.

Segundo a secretária de Assistência Social de Pinhais, Rosângela Batista, o processo de formação do consórcio está bem adiantado. “Nós estamos na reta final do encaminhamento do protocolo de intenções que será enviado para as Câmaras Municipais, mudando de mono para multifinalitário o protocolo e depois o estatuto da COMESP. Recebemos os municípios por conta desta mudança, além de que façam a defesa junto aos prefeitos e câmaras para efetivarmos o processo do consórcio no que se refere ao serviço de acolhimento”, detalhou.

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