Número de assintomáticos infectados pelo coronavírus aumentou em testagens da UFPR - Jornal de Colombo

Número de assintomáticos infectados pelo coronavírus aumentou em testagens da UFPR

Número de assintomáticos infectados pelo coronavírus aumentou em testagens da UFPR

Em publicação no site da Universidade Federal do Paraná (UFPR), foi informado que pesquisadores do Setor de Ciências Biológicas registraram um aumento no número de infectados pelo novo coronavírus durante as testagens realizadas com pessoas assintomáticas. No último mutirão de testagem, foram identificados 2,7% de indivíduos infectados. A testagem tem sido realizada periodicamente para professores,

Em publicação no site da Universidade Federal do Paraná (UFPR), foi informado que pesquisadores do Setor de Ciências Biológicas registraram um aumento no número de infectados pelo novo coronavírus durante as testagens realizadas com pessoas assintomáticas. No último mutirão de testagem, foram identificados 2,7% de indivíduos infectados.

A testagem tem sido realizada periodicamente para professores, alunos, técnicos administrativos e funcionários terceirizados da universidade. O mais recente foi o quarto mutirão. Nos dois primeiros, houve a participação de poucas pessoas e nenhum caso positivo de infecção foi detectados. Nos dois últimos, porém, o panorama mudou.

Na terceira rodada de testes foram examinados 535 pessoas, com apenas 7 contaminados, enquanto na recente pesquisa, realizada no dia 24 de novembro, dos 1275 testados, 34 foram testados positivos, mesmo sem apresentar qualquer sintoma. Todos os testes são do tipo RT-PCR. “Nos sintomáticos, a taxa de positivos gira em torno de 30%. Nas coletas dos assintomáticos, tivemos 0% nas primeiras avaliações. Esse percentual saltou para 1,3% na terceira coleta e alcançou 2,7% no último mutirão. É uma taxa bastante alta de pessoas que estão contaminadas com o vírus, mas não apresentam nenhum sintoma e podem transmitir para outros indivíduos” alerta a coordenadora da ação, professora Daniela Fiori Gradia.

Os testes fazem parte de um estudo, coordenado pelos laboratórios de Imunogenética e Histocompatibilidade (Ligh) e de Citogenética Humana e Oncogenética (LabCho), para identificar indivíduos contaminados e propiciar o isolamento, como medida para evitar propagação da doença e contaminação de outras pessoas.

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