Homem condenado por morte de Miguel Donha é preso em Curitiba - Jornal de Colombo

Homem condenado por morte de Miguel Donha é preso em Curitiba

Homem condenado por morte de Miguel Donha é preso em Curitiba

O Ministério Público do Paraná (MPPR), informou que Alzemir Manfron, condenado por ter sido mandante de um homicídio ocorrido em Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, no ano de 2000, foi preso nesta quinta-feira, 24 de setembro, em Curitiba.  O crime em questão foi o assassinato do político Miguel Donha (foto), que na

O Ministério Público do Paraná (MPPR), informou que Alzemir Manfron, condenado por ter sido mandante de um homicídio ocorrido em Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, no ano de 2000, foi preso nesta quinta-feira, 24 de setembro, em Curitiba. 

O crime em questão foi o assassinato do político Miguel Donha (foto), que na época dos fatos era pré-candidato a prefeito de Almirante Tamandaré e disputaria o pleito eleitoral contra o irmão de Alzemir, o então prefeito do município da RMC, Antonio Cezar Manfron de Barros, que acabou sendo reeleito. 

Em 2017, o réu foi condenado à pena de 16 anos, 7 meses e 15 dias de reclusão em regime fechado. Após os recursos da defesa terem sido negados, o processo já transitou em julgado. O MPPR, a partir da Promotoria de Justiça de Rio Branco do Sul, requereu o cumprimento da decisão, o que foi deferido pelo Juízo Criminal da comarca. A prisão foi efetuada na manhã desta quinta-feira, no bairro Cabral, em Curitiba, com suporte de uma equipe do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime organizado (Gaeco).

Outros envolvidos

O suposto autor dos disparos, o mecânico Edson Farias, foi assassinado durante o processo de investigação. O desfecho fatal também atingiu Antonio Martins Vidal, conhecido como Tico Pompílio, funcionário da Prefeitura de Almirante Tamandaré, acusado de ter contratado Edson para a execução do crime. Um cunhado de Tico também acabou morto no período. Por fim, um comparsa do autor dos disparos, José Geraldo, foi condenado em 2014 a 13 anos e 7 meses de reclusão, mas segue foragido.

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