Profissionais da Central de Ambulância recebem capacitação para uso de desfibrilador - Jornal de Colombo

Profissionais da Central de Ambulância recebem capacitação para uso de desfibrilador

Profissionais da Central de Ambulância recebem capacitação para uso de desfibrilador

Na última semana, na quarta-feira, 9, a Secretaria Municipal da Saúde promoveu uma capacitação aos profissionais que atuam na Central de Ambulância do município. O treinamento foi ministrado pelo gestor de transporte sanitário Luciano Otávio Trevisan e pelo técnico de enfermagem Franklin Alves, e teve como tema principal a utilização do Desfibrilador Externo Automático (DEA)

Na última semana, na quarta-feira, 9, a Secretaria Municipal da Saúde promoveu uma capacitação aos profissionais que atuam na Central de Ambulância do município.

O treinamento foi ministrado pelo gestor de transporte sanitário Luciano Otávio Trevisan e pelo técnico de enfermagem Franklin Alves, e teve como tema principal a utilização do Desfibrilador Externo Automático (DEA) durante uma parada cardiorrespiratória em adultos e crianças. “Esta ação é mais um investimento na qualificação profissional dos servidores para a prestação de serviços com eficiência à comunidade”, afirmou Luciano.

O DEA é um aparelho fundamental para salvar pessoas acometidas por paradas cardíacas que atingem os ritmos chocáveis – Fibrilação Ventricular (FV) e Taquicardia Ventricular (TV) sem pulso.

O uso prático do DEA pôde ser verificado, inclusive, neste final de semana, durante partida da Eurocopa entre as seleções da Dinamarca e da Finlândia. O meia dinamarquês Christian Eriksen sofreu um mau súbito e caiu desacordado em campo em razão de uma parada cardíaca. O desfibrilador foi utilizado no jogador nos primeiros instantes após a identificação do problema, e se mostrou essencial para salvar a vida do atleta, que foi ressuscitado em campo.

Em países desenvolvidos, segundo o cardiologista José Nunes de Alencar Neto informou em uma thread no Twitter, a taxa de sobrevivência a um episódio de morte súbita é de apenas 7,6%, mostrando a importância de ter o equipamento à disposição de maneira rápida e de pessoas treinadas para utilizá-lo.

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