Vacina de Oxford chega a municípios paranaenses; Colombo recebe nova remessa – Jornal de Colombo

Vacina de Oxford chega a municípios paranaenses; Colombo recebe nova remessa

Vacina de Oxford chega a municípios paranaenses; Colombo recebe nova remessa

O Governo do Estado realizou durante o final de semana a entrega de 86.500 doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com o Laboratório AstraZeneca, para as 22 Regionais de Saúde do Paraná. O município de Colombo recebeu mil doses deste imunizante. Segundo a Prefeitura Municipal, o novo lote vai ampliar o

O Governo do Estado realizou durante o final de semana a entrega de 86.500 doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com o Laboratório AstraZeneca, para as 22 Regionais de Saúde do Paraná.

O município de Colombo recebeu mil doses deste imunizante. Segundo a Prefeitura Municipal, o novo lote vai ampliar o alcance da vacinação ao grupo prioritário desta primeira fase da imunização, formado por profissionais de saúde e pessoas em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI).

Este é o segundo passo após o início da vacinação, ocorrido na semana passada. Porém, a caminhada ainda é tímida. Até o momento, somando as 132.771 doses da CoronaVac, produto da parceria entre a Sinovac e Instituto Butantan, o Estado do Paraná recebeu um total de 219.271 doses, possibilitando a necessária aplicação de duas doses em aproximadamente 109 mil pessoas, o que representa apenas 0,95% da população paranaense, estimada em 11,5 milhões de pessoas.

Em Colombo, levando em conta que, de acordo com os dados divulgados pela Prefeitura Municipal, foram recebidas aproximadamente 2.037 doses, pouco mais de mil pessoas serão imunizadas nesta primeira etapa até o momento, atingindo pouco mais de 0,4% da população colombense.

Vale ressaltar que a logística de distribuição das doses passa pelo Governo Federal, através do Ministério da Saúde. Atualmente, o Brasil aprovou as vacinas CoronaVac e de Oxford e tem capacidade, no momento, de imunizar aproximadamente 40% do público-alvo estabelecido nesta primeira fase. Uma das dificuldades para a produção em maior escala dos imunizantes no país é a necessidade de importar insumos da China.

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, demonstra confiança de que, em breve, a vacinação seja ampliada de forma massiva. “A vacina é a esperança. Ainda não são na quantidade que nós esperamos, mas temos certeza que o Ministério da Saúde irá regularizar para que não exista gargalos nesta distribuição”, afirmou. A SESA já aguarda um terceiro lote de imunizantes.

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