Novo presidente do TSE toma posse - Jornal de Colombo

Novo presidente do TSE toma posse

Novo presidente do TSE toma posse

No início da noite desta segunda-feira, 25, o ministro Luís Roberto Barroso foi empossado presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em uma cerimônia sem convidados e sem plateia presencial. Ao lado do também ministro Edson Fachin, empossado como vice-presidente, Barroso lidera a Corte até fevereiro de 2022. A cerimônia contou com a presença de apenas outras

No início da noite desta segunda-feira, 25, o ministro Luís Roberto Barroso foi empossado presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em uma cerimônia sem convidados e sem plateia presencial. Ao lado do também ministro Edson Fachin, empossado como vice-presidente, Barroso lidera a Corte até fevereiro de 2022. A cerimônia contou com a presença de apenas outras duas autoridades: a ministra Rosa Weber, até então a presidente do Tribunal e o ministro Luis Felipe Salomão, que ficou responsável pelo discurso de boas vindas aos novos chefes do TSE. Para sanar a impossibilidade presencial, foi montada uma “mesa de autoridades virtual”, que contou com o presidente da República, Jair Bolsonaro, e com os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, o procurador-geral Eleitoral, Augusto Aras, e o presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz.

Em seu discurso, Barros voltou a falar sobre a possibilidade de adiamento das eleições municipais. “As eleições somente devem ser adiadas se não for possível realizá-las sem risco para a saúde pública. Em caso de adiamento, ele deverá ser pelo prazo mínimo inevitável. Prorrogação de mandatos, mesmo que por prazo exíguo, deve ser evitada até o limite. O cancelamento das eleições municipais, para fazê-las coincidir com as eleições nacionais em 2022, não é uma hipótese sequer cogitada”, afirmou.

Outro ponto destacado da fala de Barroso foi referente aos ataques sofridos pelo Supremo Tribunal Federal por parte de militantes do atual presidente da República, Jair Bolsonaro. “Como qualquer instituição em uma democracia, o Supremo está sujeito à crítica pública e deve estar aberto ao sentimento da sociedade. Cabe lembrar, porém, que o ataque destrutivo às instituições, a pretexto de salvá-las, depurá-las ou expurgá-las, já nos trouxe duas longas ditaduras na República. São feridas profundas na nossa história, que ninguém há de querer reabrir”, disse. 

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