Marchadora Gabrielly Santos busca superar marca pessoal em competição no Equador - Jornal de Colombo

Marchadora Gabrielly Santos busca superar marca pessoal em competição no Equador

Marchadora Gabrielly Santos busca superar marca pessoal em competição no Equador

A atleta colombense da Marcha Atlética, Gabrielly Santos, de 16 anos, esteve em evidência neste mês de março com a convocação para a Seleção Brasileira, para a disputa da Copa Pan-americana, que será realizada no Equador, entre os dias 8 e 9 de maio.  Esta será a segunda vez que Gabrielly representa o país em

A atleta colombense da Marcha Atlética, Gabrielly Santos, de 16 anos, esteve em evidência neste mês de março com a convocação para a Seleção Brasileira, para a disputa da Copa Pan-americana, que será realizada no Equador, entre os dias 8 e 9 de maio. 

Esta será a segunda vez que Gabrielly representa o país em uma competição internacional. Em 2020, ela já havia disputado o Sul-Americano de Marcha Atlética, em Lima, no Peru. “Eu tô bem confiante. Minha meta é tentar fazer o índice para o Mundial sub-20 e tentar fazer o índice para o Pan-Americano”, diz a atleta. A principal meta na competição é superar a melhor marca pessoal e atingir a casa dos 50 minutos nos 10km sub-20. “O índice do Mundial é 50:30 e do Pan é 49:50”, destaca Gabrielly, que já registrou 53:24. 

Histórico

Gabrielly Santos pratica o atletismo há sete anos, quando foi descoberta pelo professor Sidmar Andrighetto Gielow. Inicialmente, a atleta começou no lançamento de disco e depois partiu para a Marcha Atlética, de onde não saiu mais, e já conquistou diversos títulos e bons resultados. A medalha mais recente foi uma de prata na Copa Brasil de Marcha Atlética, nos 10 km sub-20. 

Planos futuros

Além de sonhar em viver do esporte, Gabrielly também tem planos acadêmicos, e pretende cursar fisioterapia. A atleta também tem como objetivo, futuramente, ir morar na Inglaterra, onde seus pais residem atualmente. “Eu moro com minha vó, e mesmo eles morando fora do país eles sempre estão me apoiando. Tenho gratidão, porque eles é que me apoiaram, minha mãe que ficava lutando para que eu viesse treinar. Eu pretendo ir para a Inglaterra, mas quero terminar a carreira de base aqui e começar a carreira adulta lá”, projeta. 

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