Nacionalidade italiana oferece acesso a estudos, trabalho e qualidade de vida em 27 países da União Europeia.

Cerca de 32 milhões de brasileiros descendentes de italianos têm direito à cidadania italiana, o que abre portas para oportunidades em toda a União Europeia. O reconhecimento da nacionalidade garante acesso às melhores universidades, vagas de trabalho e sistemas de saúde de alta qualidade.

 

A cidadania italiana é mais do que uma conexão com a história familiar; é uma chave para o futuro profissional e acadêmico. Segundo o Consulado Geral da Itália, aproximadamente 32 milhões de brasileiros ítalo-descendentes podem solicitar a nacionalidade.

De acordo com Nátali Lazzari, especialista em genealogia e diretora da Avanti Cidadania, a cidadania italiana permite livre acesso a 27 países da União Europeia, facilitando a entrada em mercados de trabalho e o ingresso nas melhores universidades europeias. “Estudar em instituições renomadas e participar de bolsas exclusivas para cidadãos europeus torna-se uma possibilidade real”, afirma Nátali.

No campo profissional, a cidadania elimina a necessidade de vistos de trabalho, abrindo portas em empresas e permitindo participação em concursos públicos na União Europeia. Nátali destaca que a mobilidade e residência livres garantem competitividade e melhor qualidade de vida. “Há também vantagens em saúde e aposentadoria, com acesso aos sistemas públicos de diversos países europeus”, completa.

Porém, quem deseja buscar o reconhecimento da cidadania deve ficar atento. Três mudanças importantes estão em pauta. O PL 752/2023 propõe alterações nas regras de reconhecimento de documentos, enquanto a restrição do “Jus Italiae” pode limitar a cidadania apenas a descendentes com antepassados nascidos na Itália. Além disso, a Lei Orçamentária de 2025 estabelece uma taxa de 600 euros para processos judiciais.

Com a crescente procura por melhores condições fora do Brasil, a cidadania italiana surge como um dos caminhos mais promissores para quem busca novas experiências. A Itália está entre os dez melhores países para aposentadoria, segundo o Global Retirement Index da International Living.

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